
Das muitas formas de poluição ambiental, há uma que pode passar despercebida no dia a dia: o descarte incorreto daquela embalagem com remédio velho esquecida no fundo da bolsa, da aspirina vencida ou do antibiótico fora do prazo de validade. Esses medicamentos podem contaminar o solo e os recursos hídricos caso sejam descartados junto com os resíduos comuns.
Entre as principais consequências estão a contaminação do solo e da água, a intoxicação acidental de crianças, animais e, principalmente, catadores e catadoras de materiais recicláveis, além da resistência bacteriana.
Isso ocorre porque remédios jogados na rede de esgoto podem poluir milhares de litros de água e, dessa forma, alterar ecossistemas marinhos e afetar a fauna. No caso dos antibióticos, o descarte inadequado pode favorecer a resistência de bactérias presentes na natureza e contribuir para o surgimento das chamadas “superbactérias”.
Para mitigar esses impactos, é necessária a logística reversa. O ideal é descartar os medicamentos em locais apropriados, responsáveis pela coleta e destinação desse tipo de resíduo. Em Fortaleza, por exemplo, o descarte pode ser feito em pontos de coleta presentes em grandes redes de farmácias, como Pague Menos e Drogasil, em postos autorizados e até em supermercados. Na unidade do supermercado São Luiz da Barbosa de Freitas, é possível fazer o descarte na urna que fica em frente à loja.
No site da farmacêutica Roche, é possível consultar os endereços dos locais que recebem medicamentos para descarte. O site da eCycle também permite localizar pontos de coleta.
Descarte incorreto de remédios gera impacto ambientais e risco à saúde pública
Das muitas formas de poluição ambiental há uma que pode passar desapercebida no dia a dia. O descarte incorreto daquela embalagem com remédio velho que está esquecido no fundo da bolsa, a aspirina vencida ou o xarope passado podem contaminar o solo e os recursos hídricos caso sejam descartados junto com os resíduos comuns.
As principais consequências disso são a contaminação do solo e água; intoxicação acidental em crianças, animais e, principalmente, em catadores e catadoras de materiais recicláveis e resistência bacteriana.
Isso ocorre porque remédios jogados na rede de esgoto podem poluir milhares de litros de água e , dessa forma, alterar ecossistemas marinhos e afetar também a biodiversidade de fauna. Em relação a resistência bacteriana, isso ocorre porque, por exemplo, no caso de descarte inadequado de antibióticos, as bactérias que já estão presentes na natureza podem se adequar e estimular o surgimento das “superbactérias”.
Para mitigar isso, é preciso uma logística reversa. O ideal é fazer o descarte dos medicamentos em locais apropriados que se responsabilizem pela coleta e destinação do resíduo de medicamentos. Em Fortaleza, por exemplo, o descarte correto deve ser feito em ponto de coleta que estão presentes em grandes redes de farmácias como Pague Menos e Drogasil e em postos autorizados.
No site da farmacêutica https://www.roche.com.br/solucoes/farmaceutica/como-descartar-medicamentos é possível acessar os endereços dos locais que recebem o descarte de medicamentos. no site do Ecycle https://www.ecycle.com.br/ também é possível acessar os locais que recebem o descarte.
